Agência de Notícias AhlulBayt (ABNA): Uma pesquisa recente publicada pelo jornal israelense Maariv revela que 44% dos residentes nos territórios ocupados consideram Gadi Eisenkot, ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas israelenses (cargo que ocupou entre 2015 e 2019), como o candidato mais adequado para assumir o cargo de primeiro-ministro. Em contraste, 42% dos entrevistados ainda preferem que Benjamin Netanyahu permaneça à frente do governo.
Em outro dado relevante, pela primeira vez nos últimos meses, o partido Yamina (Juntos), liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, tornou-se a maior força no Parlamento (Knesset), ao conquistar 28 cadeiras, ultrapassando o Likud, de Benjamin Netanyahu, que caiu para a segunda posição com 26 cadeiras.
De acordo com essa projeção, caso fossem realizadas eleições para o Knesset, Netanyahu não voltaria a assumir a chefia do governo, uma vez que a formação de governo exige que um partido ou coalizão obtenha 61 cadeiras parlamentares — número que o Likud não conseguiria alcançar por conta própria.
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