Religião
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A Graça de Deus para os "Amigos de Deus" (Awliya Allah) e os "Que Confiam" (Mutawakkilun)
Segundo as palavras do Imam Ali (A.S), aqueles que alcançam o estado de "Amigos de Deus" (Awliya Allah) ou se colocam na fileira dos "Que Confiam plenamente em Deus" (Mutawakkilun) desfrutam de uma relação íntima com o Criador. Deus remove suas dificuldades, seus corações se tornam sedentos por Ele, nunca se curvam diante dos problemas e aflições, e jamais perdem a paz de espírito ou a confiança.
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Como Tratar o "Desespero" da Misericórdia Divina
Às vezes, o acúmulo de pecados (que Deus nos proteja) faz com que a pessoa perca a esperança na misericórdia de Deus, em um bom destino final e na salvação. Esse desespero transforma a vida em um turbilhão de ansiedade, preocupação e pessimismo, roubando toda a calma, alegria e vitalidade.
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Do mosquito de Nimrod à teia de aranha do Profeta: os pequenos que mudaram a história
Na tradição divina, Deus derruba os arrogantes como Nimrod, Faraó e Abraha não com exércitos imensos, mas com as ferramentas mais pequenas, como um mosquito, uma onda ou uma pedrinha. Por outro lado, a mesma tradição salva os servos oprimidos com esses mesmos instrumentos miúdos (o cestinho de Moisés, o poço de José, a teia de aranha do Profeta). A mensagem é clara: o orgulho sempre desmorona por uma pequena fresta, e a esperança brota exatamente de onde menos se espera.
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Quando o “Não” de Deus é, em si, uma Misericórdia!
A aceitação da prece no sistema divino está condicionada à sabedoria e à capacidade de orientação. A não aceitação de algumas preces não é sinal de imperfeição dos profetas, mas manifestação de sua submissão e conhecimento profundo das leis divinas.
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Agradecimento do Ayatollah Araki às posições corajosas do Papa Leão XIV
O Ayatollah Mohsen Araki escreveu em uma carta ao Papa Leão XIV, líder supremo da Igreja Católica: “Quando o senhor classificou a ameaça de ‘destruição de uma civilização inteira’ e a ‘agressão contra outros países’ como ‘totalmente inaceitáveis’, isso não foi uma simples declaração política, mas sim a expressão da consciência moral da humanidade.”
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O pudor no espaço virtual
O que aconteceu para que a geração atual no Irã apagasse, com um simples “story”, a fronteira entre o “próprio” e o “estranho”, uma fronteira que a arquitetura tradicional havia desenhado com tanta precisão por meio das divisões internas e externas das casas? Em uma sociedade onde a “cortina da porta” simbolizava pudor e proteção da honra, compartilhar a vida privada tornou-se sinal de intimidade e modernidade. Essa mudança levanta uma questão fundamental: os meios de comunicação eliminaram o pudor na cultura iraniana ou apenas o redefiniram?
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Como tornar a oração algo “amado” para nossos filhos?
Uma das preocupações mais frequentes dos pais religiosos é a questão da oração dos filhos. Imagine um pai preocupado com a falta de atenção do seu filho adolescente à oração, ou uma mãe que não sabe o que fazer com seu filho brincalhão na hora do chamado para a oração. Será que recompensa e punição resolvem? É preciso rigidez? Ou devemos esperar até a “idade da obrigação religiosa” para que tudo se resolva?
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A Desconfiança em Relação aos Quebradores de Pactos sem Religião nas Palavras do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.)
O dito do Amir al-Mu’minin Ali (a.s.) — “Não confies no pacto e na aliança daquele que não tem religião” — adverte que a ausência de religião elimina o fundamento moral da fidelidade aos compromissos. Os religiosos, em razão da crença em Deus e do senso de responsabilidade interior, tendem a ser mais fiéis aos seus pactos; enquanto os irreligiosos podem agir exclusivamente com base em interesses e, assim, romper acordos. Essa palavra serve como orientação para escolhas conscientes nas relações humanas e para a prevenção de danos decorrentes de uma confiança indevida.
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Cartas do Nahj al-Balāgha – nº 28 A resposta do Imam Ali (a.s.) às falácias e impropérios de Mu‘āwiya
Ao longo da história do Islã, repetidamente observa-se que descrentes conhecedores do Islã e hipócritas que se autoproclamam combatentes da fé passaram a desmerecer os verdadeiros conhecedores do Islã e os genuínos mujahidin, tentando apresentar-se como mais conscientes e mais bem informados sobre o Islã e seus fundamentos, enquanto classificam as ações dos outros como contrárias à religião.
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Lições de um hadith profético; como vencer o mal com o bem?
O nobre hadith profético apresenta três princípios éticos para a felicidade neste mundo e no Além: manter laços com quem rompeu contigo, conceder a quem te privou, e perdoar quem te injustiçou. Essas três virtudes são os pilares de uma vida repleta de serenidade e dignidade humana, que pavimentam o caminho para a satisfação divina e a bem-aventurança eterna. Com a prática desses ensinamentos divinos, é possível transformar o rancor em afeto, a violência em paz e o desespero em esperança.
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Sermões do Nahj al-Balāgha – nº 27 Abandonar a resistência significa adquirir a humilhação
Todos os seres humanos, ao longo de suas vidas, estão continuamente entre lutar ou se submeter. Ou se levantam para conquistar seus direitos e eliminar a injustiça e a falsidade do mundo, adotando a resistência como eixo de suas ações, ou se submetem aos opressores e carregam o estigma da humilhação por toda a vida. Essa escolha humana, por vezes, manifesta-se também nas dimensões políticas e sociais e acaba por alterar o destino de uma sociedade inteira.
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A importância do controle da língua e seu impacto na vida individual e social
O Comandante dos Fiéis, Imam Ali (as), em suas palavras preciosas, afirma: «A língua é uma fera; se for solta, ela morde». Essa nobre tradição é um alerta para a vigilância sobre esse dom divino, que pode ser tanto um instrumento de bem e construção quanto um fator de discórdia e destruição. Portanto, com prudência e reflexão sobre nossas palavras, devemos domar essa fera para estarmos a salvo de seus danos.
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Respeito aos outros: o elo perdido que reconstrói nossas relações
O respeito aos outros não é apenas um princípio moral, mas uma ponte que aproxima as pessoas e semeia o amor nos corações. Esse princípio desempenha um papel insubstituível não apenas na vida social, mas também no ambiente familiar.
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É Possível Conhecer a Deus Sem Conhecer o Ahl al-Bayt (A.S.)?
Nós nos concentramos mais no aspecto humano do Ahl al-Bayt (A.S.) do que em seu aspecto divino e transcendental. É verdade que Deus não tem igual, mas Ele tem exemplo.
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Sermões do Nahj al-Balaghah 22 / Métodos Históricos para o Retorno da Falsidade!
Os inimigos da verdade ao longo da história usam frequentemente objetivos consistentes e métodos semelhantes para confrontar os que buscam a verdade. Para este grupo de indivíduos, o critério de verdade e falsidade é a atenção aos interesses partidários e individuais e, se os obtiverem, qualquer falsidade pode ser apresentada como verdade. O Imam Ali (A.S.) refere-se a alguns destes objetivos e métodos no Sermão 22 do Nahj al-Balaghah.
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Lições da Vida de Jesus para a Resistência Contra o Inimigo
A vida do Profeta Jesus, filho de Maria ('Īsā ibn Maryam), está repleta de exemplos de luta contra a distorção, a calúnia e a hipocrisia. Uma análise dos versículos da Sura Maryam (Maria) revela que, desde os primeiros momentos de sua vida, ele manifestou a mensagem de resistência contra os inimigos através de seu comportamento e fala—uma mensagem que continua a ser uma inspiração para as comunidades de fé hoje.
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O Impacto do "Estilo de Vida Islâmico" na Concretização de um Estilo de Vida Saudável
O Estilo de Vida Islâmico, ao enfatizar a nutrição saudável, o afastamento de comportamentos de risco, a paz espiritual através da fé e a observância da higiene, contribui para a preservação da saúde física e mental. Embora estes ensinamentos não abordem diretamente as taxas de mortalidade, eles influenciam indiretamente a redução de mortes por causas evitáveis, ao diminuir doenças e aumentar a qualidade de vida, resultando na "Vida Pura" (Hayāt Tayyibah).
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Interações Construtivas" no Estilo de Vida Islâmico
No Estilo de Vida Islâmico, a interação (mu'āsharat) com os outros possui grande importância, pois o ser humano é um ser social e o companheiro exerce uma influência direta sobre a ética e as crenças do indivíduo. O Islã, ao enfatizar a escolha de amigos e companheiros virtuosos, a fraternidade de fé e a cooperação na virtude e na piedade, proporciona oportunidades para o crescimento ético, espiritual e social. Essas interações construtivas, além de fortalecerem a saúde mental individual, levam à reforma e ao progresso da sociedade.
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Fatores Influenciadores no Afastamento dos Jovens da Religião
Este artigo examina o fenómeno do afastamento dos jovens da religião (Dīn-Gurīzī) nas sociedades contemporâneas. À luz dos ensinamentos do Alcorão e das narrações de AhlulBayt (A.S.), e com recurso a descobertas sociológicas e psicológicas, as raízes culturais, sociais e psicológicas desta questão são analisadas. Por fim, são apresentadas soluções para fortalecer a identidade religiosa e reduzir a tendência ao afastamento.
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Foco na Família no Alcorão e no Hadith O Alicerce da Identidade Social e Moral no Pensamento Xiita
Na perspectiva do Alcorão e da tradição de AhlulBayt (A.S.), a família não é apenas uma pequena unidade social, mas sim a principal instituição para a transmissão da fé, da ética e da cultura islâmica. Na escola xiita, a família é apresentada como o centro para o crescimento espiritual, a criação de uma geração fiel e a concretização da justiça social. Pensadores xiitas consideram a família o pilar fundamental da civilização islâmica.
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Sermão 18 de Nahj al-Balagha A Religião, o Profeta e o Livro de Vocês não são Um Só?!
A apresentação de diferentes opiniões em julgamentos judiciais ou pessoais sobre o mesmo assunto, quando baseada em fundamentos incorretos ou em tópicos irrelevantes, sem dúvida cria diversas divergências. Mais estranho do que as próprias opiniões divergentes é o fato de que elas são endossadas por aqueles que afirmam ser estudiosos e juízes. Este é um tema que o Imam Ali (A.S.) abordou no Sermão 18 de Nahj al-Balagha.
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Por Que o Imam Hussein (A.S.) Se Levantou Sabendo do Martírio?
Por que alguém que sabe que será morto entra em campo? Como pode uma morte consciente se tornar a fonte da vida de uma nação? Essa pergunta é a chave para entender o maior evento da história do Islã: o levante de Hussein (a.s.), uma decisão que nasceu da razão, da fé e da missão divina.