Agência de Notícias AhlulBayt (ABNA): Centenas de brasileiros se reuniram no Rio de Janeiro para condenar as ações de Washington contra a Venezuela e o sequestro do presidente do país, Nicolás Maduro, e de sua esposa.
Segundo a mídia russa, o ato foi organizado por sindicatos e partidos de esquerda.
Os manifestantes ergueram uma grande bandeira da Venezuela e exibiram cartazes e faixas manuscritas denunciando o interesse dos Estados Unidos no petróleo venezuelano e o saque dos recursos do país.
Lunna Normande, porta-voz do partido Unidade Popular pelo Socialismo, no Rio de Janeiro, que esteve presente no protesto, afirmou que esse ataque não é apenas contra a Venezuela, mas contra toda a América Latina.
Ela acrescentou que a administração dos Estados Unidos, sob o presidente Donald Trump, acredita ser dona do mundo e capaz de atacar qualquer país.
Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos lançaram um ataque contra a Venezuela, ação que provocou uma onda de reações internacionais.
O governo venezuelano classificou a ação como uma agressão militar e, ao declarar estado de emergência, solicitou a convocação urgente de uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Ao mesmo tempo, vários países — incluindo alguns aliados dos Estados Unidos — reagiram com cautela, enfatizando a necessidade de respeitar os princípios do direito internacional e a Carta das Nações Unidas.
Irã, Rússia e vários outros países também condenaram as ações de Washington e alertaram para suas consequências para a estabilidade regional e a ordem internacional.
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