O chefe do Poder Judiciário do Irã, Gholamhossein Mohseni Eje'i, condenou nesta quarta-feira (22/04) a invasão de colonos israelenses à Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, afirmando que o ato configura "profanação do local sagrado" sob proteção das forças de ocupação.
"Não é segredo que seu objetivo é a destruição gradual de Al-Aqsa e a sionização de al-Quds", declarou Eje'i. O chefe do Judiciário iraniano conclamou os muçulmanos a se oporem ao que chamou de "plano sionista", afirmando ser "dever de todos os muçulmanos proteger a primeira Qibla do Islã da agressão".
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