Agência de Notícias AhlulBayt (ABNA) – “O Estreito de Ormuz permanecia completamente aberto e seguro até antes de 28 de fevereiro de 2026, e a República Islâmica do Irã e Omã, como países ribeirinhos, ofereciam diversos serviços gratuitos às embarcações em trânsito, incluindo serviços de navegação, segurança marítima e monitoramento ambiental”, destacou nesta quinta-feira o chanceler iraniano, Seyed Abbas Araqchi, durante reunião com seu homólogo malaio, Mohamad Hasan, à margem do encontro dos ministros das Relações Exteriores do BRICS, em Nova Délhi, capital da Índia.
Ele acrescentou que a agressão ilegal dos Estados Unidos e do regime sionista levou à avaliação de novos mecanismos no Estreito de Ormuz.
Após descrever a recente guerra de quarenta dias como um importante ponto de inflexão na evolução da Ásia Ocidental, Araqchi reiterou que “hoje os países da região compreendem mais do que nunca que a segurança regional é um sistema interligado, que o destino de todos os países da região está conectado entre si e que não se pode confiar nos Estados Unidos nem no regime israelense para garantir a segurança regional”.
Além disso, o principal diplomata iraniano agradeceu as posições do governo e do povo da Malásia em relação à guerra imposta contra o Irã, especialmente pela condenação do massacre de estudantes na cidade sulista de Minab.
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