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O confronto dos demônios contra a República Islâmica é um sinal da veracidade da promessa divina
alertamos as autoridades americanas para que não cometam qualquer ato imprudente e diabólico, seja no âmbito político ou no âmbito da segurança. Saibam que a República Islâmica está viva e vigilante
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O Testemunho da Liderança, da Orientação e da Verdade do Imam Husayn (A.S.) – Parte 12
O Testemunho da Liderança, da Orientação e da Verdade do Imam Husayn (A.S.) – Parte 12
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Ashura: Uma Escola para Compreender o Verdadeiro Significado da Vitória
Ashura: Uma Escola para Compreender o Verdadeiro Significado da Vitória
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O Testemunho sobre o Glorioso Desfecho do Imam Husayn (A.S.) – Parte 8
O Testemunho sobre o Glorioso Desfecho do Imam Husayn (A.S.) – Parte 8
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O Silêncio da Mídia Ocidental Diante da Maior Reunião Humana do Mundo
O sussurro de "Hayhat Minna adh-Dhillah" ecoa na garganta de milhões de peregrinos na procissão do Arbaeen; por que os veículos de comunicação do mundo temem refletir essas imagens?
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Arbaeen: Um Potencial Global para a Unidade da Ummah Islâmica
Arbaeen: Um Potencial Global para a Unidade da Ummah Islâmica
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Se Ashura Acontecesse Hoje, Qual Narrativa Viralizaria nas Redes Sociais?
Ashura não foi apenas uma batalha militar nas extensões do deserto, mas uma arena colossal de confronto entre a verdade pura e a mentira maquiada. Se esse evento ocorresse na era da comunicação, sem dúvida a máquina midiática da frente da falsidade empregaria todo o seu poder demoníaco para distorcer a revolta do Senhor dos Mártires (que a paz esteja sobre ele), invertendo os papéis do opressor e do oprimido.
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Custear a Peregrinação ao Imam Husayn (A.S.): Um Investimento Eterno
Custear a Peregrinação ao Imam Husayn (A.S.): Um Investimento Eterno
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A Mensagem de Ashura para Todos os Homens e Mulheres Livres do Mundo
A Mensagem de Ashura para Todos os Homens e Mulheres Livres do Mundo
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A Epopeia Infinita de uma Escola de Pensamento; Como o Ideal Xiita, de um Discurso Perseguido, Transformou-se numa Civilização Global?
Imagine uma semente lançada num solo salitroso, pisoteada pelos poderosos, sobre a qual chove fogo do céu — e que, não apenas não perece, mas transforma-se numa floresta densa e frondosa; uma floresta cujas raízes as tempestades mais ferozes da história fincam ainda mais profundamente na terra, e cuja sombra se estende sobre os oprimidos do mundo. Esta é a trajetória surpreendente de uma escola de pensamento que, hoje, segundo analistas orientais e ocidentais, encontra-se no "seu estado mais forte desde o início do Islã até os dias atuais". Não se trata apenas de uma análise política; é a narrativa de um milagre divino contínuo, que despontou nas noites escuras da opressão e cujo sol, hoje, desde o leste do Irã islâmico, ilumina terras distantes e próximas. Para compreender essa superpotência espiritual, é necessário iniciar a jornada pelas vielas de Medina e chegar às avenidas do mundo contemporâneo.
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A Firmeza do Pacto; Como a "Fidelidade à Promessa" Transformou as Equações Mundiais
O pacto com o Líder Mártir é a renovação do compromisso com a "Mão de Deus" e a continuidade do versículo que diz: "Entre os crentes, há homens que foram fiéis ao pacto que fizeram com Deus" — um pacto que entrelaça a fidelidade aos princípios com a evolução dos métodos e a responsabilidade corânica (Al-Isra/36). O segredo de suas previsões civilizacionais reside na confiança nas leis divinas e na certeza das promessas inequívocas de Deus. Fazer um pacto com Ele significa aceitar a prestação de contas perante as criaturas e perseverar no caminho dos profetas, com discernimento para distinguir a trincheira do bem da do mal. Honrar esse pacto é dar continuidade a um caminho que se sustenta em três pilares — "fidelidade, resistência e discernimento" — rumo à nova civilização islâmica; um legado que iluminará a jornada da comunidade até o advento do Imam da Era (que Deus apresse sua chegada).
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A Fusão entre a Firmeza da Luta e a Suavidade Paterna; Releitura da Série Viva do Ayatollah Khamenei
Como um estudioso religioso, criado em uma casa simples e num quarto frio, com os mínimos recursos, transformou-se num líder abrangente e forjador de história? A análise das narrativas pessoais sobre a vida do Ayatollah Khamenei desvela um sistema singular de estilo de vida: desde o despertar antes do amanhecer, a prática contínua do montanhismo e o profundo vínculo com Hafez e o Livro dos Reis, até o ato de trançar os cabelos da filha pequena e a súplica noturna para não aceitar o cargo de liderança. Este relato lança um olhar sobre as raízes identitárias, culturais e políticas de uma personalidade que entrelaçou a firmeza da luta com a suavidade paterna e a confiança nos jovens.
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A Sociedade Islâmica; A Fábrica de Forjar Humanos
O objetivo da profecia não se resume à orientação individual, mas sim à edificação de uma "fábrica de forjar humanos" sob a forma de um sistema monoteísta e justo. As ferramentas dessa fábrica estão elencadas no versículo 25 da Surata Hadid: o Livro (a ideologia), a Balança (a soberania justa) e o Ferro (o poder defensivo) — todos a serviço do estabelecimento da equidade. O produto final, conforme o versículo 157 da Surata Al-A'raf, é o ser humano liberto das correntes da ignorância e da tirania, que, à sombra de uma sociedade justa, alcança a purificação e a excelsitude.
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O melhor critério para preservar a Revolução
"Os inimigos da Revolução e do Imam nunca permanecem inativos. Eles procuram derrubar esta Revolução. Como? Desviando-a de seu verdadeiro caminho. Por isso, precisamos de critérios claros.
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Representação textual da mensagem do Líder da Revolução sobre a grandiosa epopeia da despedida do “Mártir do Irã” e a explicação das principais questõ
O Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei publicou uma mensagem sobre a histórica cerimônia de despedida do “Mártir do Irã” e sobre importantes temas relacionados ao país, destacando diversos pontos fundamentais.
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Popularidade além dos números: uma despedida que revelou o capital social da fé
A grandiosa despedida do Líder Mártir da Revolução não foi apenas uma cerimônia fúnebre, mas um acontecimento sem precedentes. A ampla participação popular em diversas cidades evidenciou os profundos laços da sociedade com a cultura do sacrifício e do martírio, revelando mais uma vez o papel da fé e da legitimidade social na promoção da coesão nacional.
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O povo que permaneceu fiel ao seu compromisso
O povo que permaneceu fiel ao seu compromisso
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A Revolta do Imam Hussain (A): O Amanhecer da Dignidade no Horizonte do Dever
Uma revolta por Deus, não pelo poder. Imam Hussain (A) não se levantou para governar, mas para reviver a religião distorcida e rejeitar a tirania. A derrota aparente transformou-se em vitória eterna. Ashura ensinou que "agir por dever" é superior a "agir pelo resultado", e que o sangue puro cria uma mensagem mais duradoura do que a espada. Um caminho para sempre: a filosofia de Karbala significa "não se cale diante da opressão" e "sacrifique-se pela dignidade da verdade" – uma chama que ainda hoje ilumina a consciência humana.
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Um arrependimento que já não produz efeito: do povo de Kufa que rompeu seu pacto ao povo desatento de hoje
A história é um espelho de lições. No entanto, suas cenas mais dolorosas são aquelas em que a verdade só se torna evidente quando já é tarde demais. A história do povo de Kufa e do movimento dos Tawwabun (Os Arrependidos) constitui um exemplo clássico dessa tragédia. Da mesma forma, um cenário hipotético, mas plenamente compatível com os desafios do mundo contemporâneo marcado pela influência dos meios de comunicação, reproduz esse mesmo padrão: em ambos os casos, o líder legítimo de seu tempo permanece sozinho, torna-se vítima de falsas promessas ou de narrativas manipuladas e, somente após seu martírio, surge uma onda de arrependimento que já não pode protegê-lo.
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O alerta do Alcorão contra os elogios imerecidos
O alerta do Alcorão contra os elogios imerecidos
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Um sinal do fim dos tempos que encontramos todos os dias
Um sinal do fim dos tempos que encontramos todos os dias
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Por que a Qana'at (Contenção/Moderação) em tempo de guerra é um ato de adoração política?
Num momento em que o estrondo dos canhões e a pressão das sanções atingem diretamente o sustento das pessoas, a “qana'at” (moderação e contentamento) deixa de ser apenas uma escolha ética para se tornar uma necessidade estratégica para a preservação da independência. Este texto analisa a inteligência da fé na gestão do consumo como parte do jihad fi sabilillah (esforço na senda de Deus).
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Qual é a regra das armas de destruição em massa no Islã?
Será que o Alcorão, ao dizer: “E preparai contra eles tudo o que puderdes de força”, concede uma autorização absoluta para a produção de qualquer tipo de arma, inclusive armas de destruição em massa? O Imam Ja‘far al-Sadiq (a.s.) narra do Profeta Muhammad (s.a.w.) que: “Os muçulmanos não têm permissão para espalhar veneno nas terras dos inimigos.” É evidente que uma religião com tais princípios não pode Permissão o uso de armas que atingem indiscriminadamente civis e militares e destroem o meio ambiente. A proibição da agressão nos versículos do Alcorão, as regras claras de guerra e os limites impostos ao uso da força nas tradições islâmicas demonstram a oposição do Islã às armas de destruição em massa.
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O segredo da dignidade que faz o inimigo recuar: a unidade na visão do Nahj al-Balāgha
O Comandante dos Fiéis, Imam Ali (a.s.), na خطبة 192 do Nahj al-Balāgha, afirma que sempre que os povos do passado abandonaram a divisão e se empenharam na unidade, foram agraciados com dignidade, afastamento dos inimigos, expansão do bem-estar e preservação da honra e da nobreza. O Alcorão também enfatiza que a disputa e a divisão levam à fraqueza e à perda de poder (Al-Anfāl, 46), e as narrativas dos Ahl al-Bayt (a.s.) apresentam a “adesão à comunidade” como condição essencial para a continuidade e estabilidade social. Assim, a responsabilidade contemporânea é refletir sobre essa diferença histórica e aderir ao que gera dignidade: a unidade centrada na verdade.
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Imam Ali e a comparação dos kufanos com camelos sem pastor
O Imam Ali ibn Abi Talib (a.s.), dirigindo-se ao exército de Kufa, disse: “Vocês são como camelos sem pastor: sempre que são reunidos de um lado, dispersam-se do outro.” Essa comparação indica que vocês possuem uma vontade fraca, pensamentos dispersos e desorganizados, não conseguem reconhecer seus próprios interesses, não têm unidade de visão e não se levantam com ordem e força para enfrentar o inimigo.
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O milagre da presença: uma reflexão sobre a previsão do líder mártir e a epopeia popular nas noites decisivas
A história da Revolução Islâmica do Irã sempre foi marcada por um vínculo inseparável entre a liderança e o povo. Uma das manifestações mais brilhantes dessa ligação se revelou nas noites sensíveis e decisivas após a dolorosa partida do líder mártir da Revolução, o Imam Khamenei (que a misericórdia de Deus esteja sobre ele). Entre as inúmeras análises e narrativas sobre esses momentos, encontram-se relatos emocionais e cheios de fé que revelam a profundidade da crença do povo nos ideais da Revolução e da liderança. O presente texto é um testemunho pessoal de uma observação direta do “milagre” da previsão do líder mártir sobre o papel decisivo do povo no destino do país.
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Unidade islâmica: dos ensinamentos do Alcorão à civilização global do Islã
O Alcorão e a tradição islâmica apresentam a unidade dos muçulmanos como uma obrigação divina e como base para a formação de uma nova civilização islâmica, que se concretiza por meio do foco nos pontos comuns e da rejeição da divisão. Obstáculos como o sectarismo religioso, as intervenções estrangeiras e os movimentos extremistas se colocam contra esse ideal. A realização de um governo global islâmico representa o estágio final desse processo, alcançado por meio da convergência religiosa, política e econômica da comunidade islâmica.
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Projéteis invisíveis em nossos bolsos: o jihad do esclarecimento para romper o cerco do desespero
Em uma época em que o campo de batalha se deslocou das trincheiras de areia para as telas de vidro dos celulares, negligenciar a guerra das narrativas pode sacrificar a fé e a esperança de um povo. Este texto trata da missão de cada indivíduo nesse novo tipo de combate.
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“Totalmente em todas as circunstâncias”: o apoio ao Islã — da doação de bens ao sacrifício da vida
O apoio ao Islã manifesta-se em três esferas: financeira (caridade e atendimento às necessidades), vital (martírio no caminho de Deus) e prática (defesa dos oprimidos com presença nas ruas e na sociedade). Os versículos do Alcorão e as tradições dos Ahl al-Bayt (a.s.) explicam essas três dimensões, enfatizando que o martírio é a mais elevada forma de morte, que servir às pessoas é algo amado por Deus e que apoiar os oprimidos é um dever. Esses apoios devem ser conscientes e baseados em uma explicação correta, para que a dignidade da sociedade islâmica se mantenha diante das agressões.
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A principal característica dos hipócritas ao longo da história
Nas sociedades em que existem indivíduos corruptos e corruptores, enquanto veem em si mesmos a capacidade de lutar abertamente, continuam o confronto. Porém, quando sofrem derrotas, vestem o manto da hipocrisia e passam a atuar como grupos subterrâneos, continuando por esse meio seus objetivos perversos. A principal característica dos hipócritas é possuir uma personalidade dupla: duplicidade entre aparência e interior, entre palavras e ações.