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Um sinal do fim dos tempos que encontramos todos os dias
Um sinal do fim dos tempos que encontramos todos os dias
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Por que a Qana'at (Contenção/Moderação) em tempo de guerra é um ato de adoração política?
Num momento em que o estrondo dos canhões e a pressão das sanções atingem diretamente o sustento das pessoas, a “qana'at” (moderação e contentamento) deixa de ser apenas uma escolha ética para se tornar uma necessidade estratégica para a preservação da independência. Este texto analisa a inteligência da fé na gestão do consumo como parte do jihad fi sabilillah (esforço na senda de Deus).
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Qual é a regra das armas de destruição em massa no Islã?
Será que o Alcorão, ao dizer: “E preparai contra eles tudo o que puderdes de força”, concede uma autorização absoluta para a produção de qualquer tipo de arma, inclusive armas de destruição em massa? O Imam Ja‘far al-Sadiq (a.s.) narra do Profeta Muhammad (s.a.w.) que: “Os muçulmanos não têm permissão para espalhar veneno nas terras dos inimigos.” É evidente que uma religião com tais princípios não pode Permissão o uso de armas que atingem indiscriminadamente civis e militares e destroem o meio ambiente. A proibição da agressão nos versículos do Alcorão, as regras claras de guerra e os limites impostos ao uso da força nas tradições islâmicas demonstram a oposição do Islã às armas de destruição em massa.
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O segredo da dignidade que faz o inimigo recuar: a unidade na visão do Nahj al-Balāgha
O Comandante dos Fiéis, Imam Ali (a.s.), na خطبة 192 do Nahj al-Balāgha, afirma que sempre que os povos do passado abandonaram a divisão e se empenharam na unidade, foram agraciados com dignidade, afastamento dos inimigos, expansão do bem-estar e preservação da honra e da nobreza. O Alcorão também enfatiza que a disputa e a divisão levam à fraqueza e à perda de poder (Al-Anfāl, 46), e as narrativas dos Ahl al-Bayt (a.s.) apresentam a “adesão à comunidade” como condição essencial para a continuidade e estabilidade social. Assim, a responsabilidade contemporânea é refletir sobre essa diferença histórica e aderir ao que gera dignidade: a unidade centrada na verdade.
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Imam Ali e a comparação dos kufanos com camelos sem pastor
O Imam Ali ibn Abi Talib (a.s.), dirigindo-se ao exército de Kufa, disse: “Vocês são como camelos sem pastor: sempre que são reunidos de um lado, dispersam-se do outro.” Essa comparação indica que vocês possuem uma vontade fraca, pensamentos dispersos e desorganizados, não conseguem reconhecer seus próprios interesses, não têm unidade de visão e não se levantam com ordem e força para enfrentar o inimigo.
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O milagre da presença: uma reflexão sobre a previsão do líder mártir e a epopeia popular nas noites decisivas
A história da Revolução Islâmica do Irã sempre foi marcada por um vínculo inseparável entre a liderança e o povo. Uma das manifestações mais brilhantes dessa ligação se revelou nas noites sensíveis e decisivas após a dolorosa partida do líder mártir da Revolução, o Imam Khamenei (que a misericórdia de Deus esteja sobre ele). Entre as inúmeras análises e narrativas sobre esses momentos, encontram-se relatos emocionais e cheios de fé que revelam a profundidade da crença do povo nos ideais da Revolução e da liderança. O presente texto é um testemunho pessoal de uma observação direta do “milagre” da previsão do líder mártir sobre o papel decisivo do povo no destino do país.
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Unidade islâmica: dos ensinamentos do Alcorão à civilização global do Islã
O Alcorão e a tradição islâmica apresentam a unidade dos muçulmanos como uma obrigação divina e como base para a formação de uma nova civilização islâmica, que se concretiza por meio do foco nos pontos comuns e da rejeição da divisão. Obstáculos como o sectarismo religioso, as intervenções estrangeiras e os movimentos extremistas se colocam contra esse ideal. A realização de um governo global islâmico representa o estágio final desse processo, alcançado por meio da convergência religiosa, política e econômica da comunidade islâmica.
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Projéteis invisíveis em nossos bolsos: o jihad do esclarecimento para romper o cerco do desespero
Em uma época em que o campo de batalha se deslocou das trincheiras de areia para as telas de vidro dos celulares, negligenciar a guerra das narrativas pode sacrificar a fé e a esperança de um povo. Este texto trata da missão de cada indivíduo nesse novo tipo de combate.
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“Totalmente em todas as circunstâncias”: o apoio ao Islã — da doação de bens ao sacrifício da vida
O apoio ao Islã manifesta-se em três esferas: financeira (caridade e atendimento às necessidades), vital (martírio no caminho de Deus) e prática (defesa dos oprimidos com presença nas ruas e na sociedade). Os versículos do Alcorão e as tradições dos Ahl al-Bayt (a.s.) explicam essas três dimensões, enfatizando que o martírio é a mais elevada forma de morte, que servir às pessoas é algo amado por Deus e que apoiar os oprimidos é um dever. Esses apoios devem ser conscientes e baseados em uma explicação correta, para que a dignidade da sociedade islâmica se mantenha diante das agressões.
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A principal característica dos hipócritas ao longo da história
Nas sociedades em que existem indivíduos corruptos e corruptores, enquanto veem em si mesmos a capacidade de lutar abertamente, continuam o confronto. Porém, quando sofrem derrotas, vestem o manto da hipocrisia e passam a atuar como grupos subterrâneos, continuando por esse meio seus objetivos perversos. A principal característica dos hipócritas é possuir uma personalidade dupla: duplicidade entre aparência e interior, entre palavras e ações.
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Da espada de Ibn Muljam ao punhal do ódio judaico: reflexão sobre a semelhança entre dois mártires do mês do Ramadã
O mihrab, na história do xiismo, não é apenas o lugar onde o líder conduz a oração. Ele é um símbolo de firmeza em meio às tempestades. Da Mesquita de Kufa às hussainiyas de hoje, o mihrab recorda uma cena que se repete na história: o martírio de líderes que afastaram a espada da arrogância sobre a comunidade, mas acabaram provando o punhal da hipocrisia sobre suas próprias cabeças. Este texto é um relato sobre a semelhança entre dois líderes que, no mês da revelação do Alcorão, no auge da injustiça sofrida e da firmeza espiritual, partiram ao encontro do seu Senhor.
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Com uma prática simples, fortaleça sua vontade e reduza a ansiedade
O jejum, ao treinar o autocontrole, fortalece a força de vontade, reduz a ansiedade e consolida a paciência. Ao desenvolver a taqwa (consciência de Deus), contribui para o equilíbrio psicológico individual e para a saúde mental coletiva.
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A "compaixão" é a virtude de entender a dor e o sofrimento dos outros e fazer um esforço ativo para aliviá-los
A "compaixão" é a virtude de entender a dor e o sofrimento dos outros e fazer um esforço ativo para aliviá-los. Compaixão não significa apenas sentir pena, mas sim colocar-se no lugar da outra pessoa e fazer o seu melhor para ajudá-la. A compaixão é uma ação, não apenas um sentimento.
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O "serviço à criação" é a virtude de ajudar a sociedade e os outros, sem esperar nada em troca
O "serviço à criação" é a virtude de ajudar a sociedade e os outros, sem esperar nada em troca. O serviço à criação é uma ação sincera e altruísta, feita para melhorar a vida dos outros e construir uma sociedade melhor. O serviço à criação é um caminho direto para se aproximar de Deus.
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Como Melhorar Nossas Relações Sociais com Boa Moral (Husn al-Khulq)?
Em um mundo cada vez mais conectado, a qualidade de nossas relações sociais desempenha um papel fundamental em nosso bem-estar, felicidade e até mesmo em nosso sucesso. Mas como podemos construir laços mais fortes, significativos e harmoniosos com as pessoas ao nosso redor? O Islamismo Xiita oferece uma resposta profunda e atemporal: cultivar uma boa moral (Husn al-Khulq), manifestada através da bondade, do respeito e da compaixão. Este artigo explora a ênfase do Islamismo Xiita nesses valores e como eles podem ser aplicados na prática para transformar nossas interações sociais e, por consequência, nossas vidas. Você está pronto para descobrir o segredo de relacionamentos florescentes e uma vida mais plena?
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A "sabedoria" não é apenas conhecimento; é a aplicação prática desse conhecimento para o bem
A "sabedoria" não é apenas conhecimento; é a aplicação prática desse conhecimento para o bem. É a capacidade de discernir o certo do errado, de tomar decisões ponderadas e de ver a imagem completa das situações. Uma pessoa sábia sabe quando falar e quando ficar em silêncio, e como guiar os outros com gentileza.
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A "diversidade" é a virtude de aceitar as diferenças e respeitá-las. Estas diferenças podem incluir raça, cultura, religião, crenças e perspetivas pes
A "diversidade" é a virtude de aceitar as diferenças e respeitá-las. Estas diferenças podem incluir raça, cultura, religião, crenças e perspetivas pessoais. A diversidade significa que, em vez de julgar, procuramos entender os outros e usar as suas diferenças para o nosso crescimento e para enriquecer as nossas vidas. A diversidade é uma força, não uma fraqueza.
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Sermões do Nahj al-Balāgha – nº 32 Uma classificação permanente para compreender a opinião pública
Não é possível analisar os fracassos de um governo sem examinar as características de seu povo, pois cada traço da população influencia diretamente a força ou a fraqueza do governo. O Imam Ali (a.s.) apresenta algumas dessas características no sermão nº 32.
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A "cooperação" é a virtude do trabalho em equipa para alcançar um objetivo comum
A "cooperação" é a virtude do trabalho em equipa para alcançar um objetivo comum. Cooperação significa que você partilha os seus talentos, conhecimento e energia com os outros para alcançar um resultado maior do que o que você poderia alcançar sozinho. A cooperação é a chave para o sucesso em qualquer sociedade e organização.
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A paz mundial mahdista: uma resposta à beligerância nas relações internacionais
O mundo debate-se em meio ao caos das guerras e às crises morais. Nesse cenário crítico, o pensamento da Mahdawiyya não é um idealismo abstrato, mas um verdadeiro mapa de caminho para a travessia das trevas rumo a uma paz global fundada na justiça — uma esperança que, por si mesma, alimenta a resistência.
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Retorno Glorioso
O piloto do helicóptero disse que pousaríamos onde ele quisesse. O hospital de 1.000 leitos (Imam Khomeini) foi sugerido, e o helicóptero pousou no hospital. Como a ambulância não estava pronta, o Imã foi levado até o final do Boulevard Keshavarz no carro de um dos médicos do hospital; o carro do Sr. Nateq Nouri estava lá desde a manhã e todos entraram nele.
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O "perdão" é a virtude de liberar o rancor e a raiva de quem o oprimiu
O "perdão" é a virtude de liberar o rancor e a raiva de quem o oprimiu. Perdoar não significa esquecer o ato errado ou aprová-lo, mas sim libertar a si mesmo das correntes da raiva e do ódio. O perdão é um presente que você dá a si mesmo.
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Sacrifício na vida
O "sacrifício" é a virtude de se sacrificar pelos outros. Sacrifício significa que você renuncia a algo que é valioso para você, como o seu tempo, os seus bens, ou até mesmo a sua vida, para a felicidade e o conforto dos outros. O sacrifício é a forma mais elevada de generosidade e amor, que tem as suas raízes no amor verdadeiro.
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Lições Puras do Profeta Muhammad (S.A.A.S.) como Modelo Corânico
Em meio à profusão de modelos e caminhos que se apresentam aos jovens no mundo de hoje, encontrar um guia que possa trazer paz, propósito e verdadeira felicidade é de vital importância.
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Sermões do Nahj al-Balāgha – nº 30 Método de lidar com anomalias sociais: nem silêncio, nem extremismo!
As anomalias sociais existem em qualquer sociedade, mas a forma de enfrentá-las deve considerar as condições sociais. O silêncio diante de certos problemas leva à expansão desses vícios na comunidade e enfraquece a coesão social. Por outro lado, o extremismo também fragiliza as estruturas sociais e não resulta em nada além de tumulto. Por exemplo, nos erros de governo de ‘Uthmān, era necessário corrigir as anomalias, mas ao mesmo tempo o califa não deveria ter sido assassinado para evitar uma grande crise histórica — no entanto, o que aconteceu foi justamente o contrário.
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O Fim dos Tempos nas Tradições (Akhir al-Zamān)
O conceito do Fim dos Tempos é um dos temas centrais em muitas culturas e religiões. Nos textos religiosos islâmicos, esse conceito é exposto de forma clara, com referências aos sinais e acontecimentos do fim do mundo e à aparição do Imam Mahdi Prometido (a.s.).
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Líder da Revolução: A recente sedição foi uma sedição americana e o objetivo é devorar o Irã
Líder da Revolução: A recente sedição foi uma sedição americana e o objetivo é devorar o Irã A nação iraniana quebrou as costas da sedição; Devemos também quebrar as costas do sedicionista
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Serenidade no Islam
A "serenidade" é a tranquilidade interior que você sente, independentemente do que está a acontecer à sua volta. É um estado de espírito calmo e estável, livre de ansiedade e stress. A serenidade não é a ausência de problemas, mas sim a capacidade de lidar com os problemas com uma mente clara e um coração tranquilo.
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O futuro pertenece a Umma islámica
Forte e poderoso contra o inimigo
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Nossas decisões e o olhar sempre presente do Senhor
Saibam que toda decisão que vocês tomam, toda assinatura que colocam, toda assinatura que deixam de colocar, toda ação que realizam e toda ação que deixam de realizar estão diante dos olhos do Senhor Altíssimo: وَ كُنتَ أَنتَ الرَّقِيبَ عَلَيَّ مِن وَرَائِهِم وَ الشَّاهِدَ لِمَا خَفِيَ عَنهُم.