5 janeiro 2026 - 22:22
Manifestações na Suécia contra ataques dos EUA à Venezuela e de Israel contra Gaza

Centenas de pessoas se reuniram no sábado na capital sueca, Estocolmo, para protestar contra os contínuos ataques de Israel a Gaza, apesar do cessar-fogo, e contra os recentes ataques dos Estados Unidos à Venezuela, que também levaram à captura do presidente Nicolás Maduro.

Agência de Notícias AhlulBayt (ABNA): Centenas de pessoas se reuniram no sábado na capital sueca, Estocolmo, para protestar contra os ataques contínuos de Israel a Gaza, apesar do cessar-fogo, e contra os recentes ataques dos Estados Unidos à Venezuela, que também resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro.

Em resposta a apelos de diversas organizações da sociedade civil, os manifestantes se concentraram na praça Odenplan.

Os participantes portavam cartazes com lemas como “Estão matando crianças em Gaza”, “Fim da escassez de alimentos na Palestina”, “Não à guerra na Venezuela” e “O petróleo da Venezuela pertence à Venezuela”, exigindo o fim das intervenções militares tanto em Gaza quanto na Venezuela.

O ativista judeu sueco Dror Feiler afirmou à agência Anadolu que condenam os ataques de Israel a Gaza, apesar dos apelos pela paz.

Quanto aos Estados Unidos, Feiler afirmou que Washington busca derrubar governos que não servem a seus interesses. “Os norte-americanos estão fazendo o que sempre fazem, tentando derrubar regimes que não se deixam governar por eles”, disse.

Relacionando a situação na Palestina com o envolvimento dos Estados Unidos na Venezuela, Feiler afirmou: “A causa palestina é a nossa causa, assim como a causa do povo venezuelano”.

Ao descrever a presença de Israel em Gaza, no Líbano e nas Colinas do Golã, na Síria, como uma “ocupação ilegal”, Feiler enfatizou a importância da soberania. “Gostar ou não das políticas de Maduro é irrelevante. Ele é o presidente eleito de um país. Ninguém tem o direito de entrar em um país e capturar seu presidente, assim como Israel não tem o direito de decidir quem governa Gaza ou o Líbano”, afirmou. “Devemos restaurar o direito internacional”.

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