Islã
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INFOGRÁFICO | Na lógica do Alcorão, a união é o pilar da força das sociedades
Na visão do Alcorão, a coesão social não é apenas uma virtude moral, mas também um fator essencial para preservar a força e evitar o enfraquecimento da sociedade. Por isso, o Alcorão enfatiza, ao mesmo tempo, a união, o afastamento dos conflitos e a preservação dos vínculos sociais.
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As características do xiita na escola do Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.)
Na escola dos AhlulBayt, ser xiita se manifesta na conduta e no modo de viver, e a verdadeira essência do xiismo se revela na prática e no compromisso com seus ensinamentos. Em uma tradição, o Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.) menciona um conjunto de qualidades e comportamentos que retratam o verdadeiro xiita, desde a piedade, a cautela diante do pecado, a sinceridade e a honestidade até a adoração e o bom tratamento com os outros.
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Da infância católica ao Xiismo: a trajetória de uma brasileira em busca de Deus, da beleza e da dignidade
Belo Horizonte — A história de Karina Ameenah com o Islã começou muito antes de sua conversão. Ainda criança, uma pergunta despertada pela leitura de O Homem que Calculava, de Malba Tahan, a levou a investigar quem era Allah e a conhecer o Alcorão. Décadas depois, após experiências com o catolicismo, o Sunismo e diferentes comunidades culturais e religiosas, Karina encontrou no Xiismo uma expressão da fé que, segundo ela, unia espiritualidade, arte, história e defesa da dignidade humana.
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Vania Ghisolfi: “Não perdemos nossa essência uma vez que mudamos nossa religião”
Depois de mais de duas décadas como muçulmana, Vania Ghisolfi avalia as transformações na percepção do Islã no Brasil, fala sobre educação e o papel das mulheres brasileiras muçulmanas e relembra as experiências mais difíceis de sua vida. Para ela, o Islã tornou-se o “código de vida” que lhe permitiu compreender sua existência e enfrentar as adversidades.
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INFOGRÁFICO | A estratégia do Alcorão diante da guerra de narrativas: não acredite imediatamente em toda notícia
Na era da guerra de narrativas, a distorção da realidade e a disseminação de informações falsas podem influenciar a opinião pública. Ao enfatizar a verificação dos fatos, a rejeição de seguir algo sem conhecimento e o esclarecimento da verdade, o Alcorão convida os crentes a lidar com as informações de maneira consciente e vigilante.
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O respeito aos direitos do vizinho na vida do Imam Hassan (a.s.)
O muro da casa de um vizinho judeu do Imam Hassan (a.s.) havia desabado, fazendo com que o esgoto de sua casa entrasse na residência do Imam. A esposa do vizinho tomou conhecimento da situação e contou ao marido. O homem então foi até o Imam Hassan (a.s.) e perguntou por que ele não havia lhe contado sobre o problema. O Imam respondeu: “Meu avô me recomendou que eu fosse tolerante e tratasse o vizinho com consideração.”
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O que o Islã propõe para nossa paz e tranquilidade?
A paz, a segurança e a tranquilidade estão entre as necessidades fundamentais do ser humano. Na visão islâmica, alcançar uma vida tranquila não se limita ao indivíduo, mas envolve também a família, a sociedade, o ambiente de trabalho e até as relações internacionais. O Islã apresenta um caminho baseado na justiça, na segurança, na saúde e na paz, buscando atender às necessidades naturais do ser humano.
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Entre Brasil, Turquia e Irã: Vania Ghisolfi encontra no Islã uma identidade que atravessa fronteiras
Seis anos vivendo na Turquia e a atual residência em Mashhad ampliaram a experiência de Vania Ghisolfi como mulher brasileira muçulmana. Ao falar sobre cultura, família, maternidade e educação dos filhos, ela destaca a importância do respeito, do conhecimento e da experiência de viver o Islã em diferentes sociedades.
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Vania Ghisolfi: Eu precisava de um caminho, acreditava em Deus, mas estava perdida
Brasileira nascida em São Paulo, Vania Ghisolfi cresceu em uma família de tradição cristã e enfrentou ainda na infância a perda do pai. Aos 17 anos, depois de anos buscando respostas para um profundo vazio espiritual, conheceu o Islã e iniciou uma trajetória que transformaria sua relação com Deus, sua visão sobre a vida e seu próprio futuro
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A narrativa da nação convocada no fim dos tempos
Em uma tradição atribuída ao Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.), é mencionado um período durante a ocultação em que a lembrança e o sangue do Imam Hussein (a.s.), assim como a questão de apoiá-lo, se espalharão pelo mundo. A partir disso, uma nação será convocada para desempenhar um papel no apoio ao Imam al-Mahdi (a.s.), alcançando uma posição tão elevada que os profetas desejarão fazer parte dessa nação.
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Preservar a dignidade humana em tempos de guerra
Diante da opressão e da hostilidade, o Alcorão Sagrado apresenta um conjunto claro de princípios para a defesa e o enfrentamento das agressões. Esse modelo está fundamentado na defesa dos oprimidos, no respeito à vida humana, na observância da justiça, no cumprimento dos pactos e na abertura de caminhos para a paz.
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A mensagem da Revolução Islâmica para a humanidade
A mensagem da Revolução Islâmica, segundo o Líder da Revolução, é a mensagem de libertação de um modelo de vida que afastou a humanidade da espiritualidade e não conseguiu garantir justiça, bem-estar, segurança e estabilidade familiar. O Islã apresenta, em seu lugar, um caminho de equilíbrio entre as necessidades materiais e espirituais do ser humano, tendo a justiça como um de seus princípios fundamentais.
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Estratégias corânicas para enfrentar a guerra cognitiva
Na guerra cognitiva, o objetivo não é apenas disseminar informações falsas, mas também enfraquecer a capacidade da sociedade de discernir, analisar e tomar decisões. Ao enfatizar a verificação das informações, a rejeição de seguir aquilo que não se conhece, o enfrentamento da disseminação do medo, a paciência e a perseverança, a escolha consciente e a preservação da unidade, o Alcorão oferece um conjunto de princípios para proteger a capacidade de análise e a coesão social diante de campanhas de distorção e manipulação.
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As orientações do Alcorão para preservar a coesão e a força da sociedade
Segundo o Alcorão, como mostram as histórias dos povos de Ad e de Thamud e, na experiência histórica, o caso de Al-Andalus, o colapso das sociedades não começa apenas com o enfraquecimento de seu poder externo. A divisão interna, o afastamento dos valores religiosos e éticos e a negligência em manter a prontidão para a defesa podem corroer, de dentro para fora, os fundamentos da força de uma sociedade e preparar o caminho para sua desintegração.
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A paz do Imam Hassan (a.s.): uma decisão racional para preservar o Islã
A paz firmada pelo Imam Hassan al-Mujtaba (a.s.) foi uma decisão baseada nas condições reais da sociedade islâmica, guiada pela lógica e pela preservação do interesse maior da comunidade muçulmana, e contou com o apoio do Imam Hussein (a.s.). Diante da impossibilidade de alcançar uma vitória militar, a continuidade da guerra poderia levar à destruição da família do Profeta (a.s.) e à perda das capacidades e dos fundamentos do verdadeiro Islã.
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A mulher na visão islâmica: da manifestação do nome divino Al-Muhyi ao critério da taqwa
Na visão islâmica, a mulher possui uma capacidade singular de compreender a vida e estabelecer uma relação espiritual com Deus. O Alcorão reconhece homens e mulheres como igualmente dignos de desenvolvimento
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O pensamento moderno na balança do Alcorão: uma crítica às correntes de pensamento sem fundamentos
O Alcorão apresenta o pensamento e a reflexão racional como elementos essenciais da humanidade e da fé. Nesse sentido, qualquer corrente intelectual que conduza à rejeição da razão ou à suspensão de sua capacidade de compreender entra em conflito com a essência da mensagem islâmica. O Alcorão também enfatiza a importância da busca pelo conhecimento, da reflexão sobre a criação e do equilíbrio entre razão e revelação.
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O dever dos muçulmanos de apoiar os oprimidos
E o que vos impede de combater pela causa de Deus e pelos homens, mulheres e crianças oprimidos que dizem: ‘Senhor nosso, tira-nos desta cidade cujos habitantes são opressores e concede-nos, da Tua parte, um protetor e concede-nos, da Tua parte, um auxiliar’?” (Surata An-Nissá/4:75)
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O arrependimento contínuo do crente pelos pecados passados
Em uma tradição atribuída ao Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.), o crente, mesmo vinte anos após cometer um pecado, ainda se lembra dele e pede perdão a Deus, que o perdoa. Já o incrédulo esquece seu pecado desde o momento em que o comete. A tradição apresenta a atenção e o arrependimento diante dos próprios erros como sinais de fé e como um caminho para retornar a Deus e buscar Seu perdão.
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A dificuldade de manter a piedade no mundo dos negócios
O Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.), ao explicar a dificuldade da luta no campo econômico e da busca por uma renda lícita, afirmou: “É mais fácil lutar com a espada do que obter uma riqueza lícita.” Essa tradição destaca a importância de evitar rendimentos ilícitos e a dificuldade de preservar a piedade e a integridade no mundo dos negócios.
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O lugar da mulher na visão civilizacional dos grandes sábios iranianos; Abu Rayhan al-Biruni
Em meio ao discurso contemporâneo de que o Ocidente teria sido o principal responsável pela defesa dos direitos das mulheres, a história apresenta episódios que merecem ser revisitados. Um deles remonta aos séculos IV e V da Hégira, quando Abu Rayhan al-Biruni, um dos maiores sábios do mundo islâmico, escreveu uma importante obra de astronomia a pedido de uma mulher chamada Rayhana. Mais do que uma história curiosa, esse episódio oferece uma oportunidade para refletir sobre o lugar do conhecimento feminino na civilização iraniano-islâmica.
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Revelações sobre a trajetória acadêmica e executiva do Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei — Parte 3: domínio das questões militares e de segurança
As atividades de inteligência, segurança e defesa têm, por sua própria natureza, um caráter reservado e sigiloso. No entanto, a dimensão e a importância das responsabilidades assumidas por determinadas pessoas podem fazer com que alguns aspectos dessas atividades, normalmente mantidos em segredo, venham a público. Esse também é um aspecto mencionado na trajetória do Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei.
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A lógica corânica do Imam Khomeini durante a guerra imposta
O Imam Khomeini explicou a lógica da República Islâmica durante a guerra não com base em cálculos de conveniência política, mas a partir do versículo 9 da Surata Al-Hujurat: quando dois grupos de crentes entram em conflito e um deles agride o outro, cabe aos demais muçulmanos apoiar o grupo oprimido e enfrentar o grupo agressor.
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Como a Terra foi preparada para receber a vida?
Antes de se tornar o planeta habitável que conhecemos, a Terra passou por transformações profundas. Durante milhões de anos, foi marcada por calor intenso, fumaça, vapor, chuvas torrenciais e grandes mudanças geológicas. A formação de montanhas, vales, planícies e oceanos criou gradualmente as condições necessárias para o surgimento da vida. Muito depois, o ser humano apareceu e iniciou uma longa trajetória de descobertas, passando pelo uso da pedra à exploração dos metais.
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A paz justa é o destino inevitável da humanidade?
A ordem que governa o universo aponta para uma realidade fundamental: a existência está estruturada sobre leis, equilíbrio e harmonia. Se o ser humano é parte desse universo ordenado, poderá a guerra, a injustiça e a violência constituir para sempre o destino das sociedades? Para o Ayatollah Nasser Makarem Shirazi, tanto a ordem da criação quanto a trajetória de desenvolvimento das sociedades apontam para um futuro no qual a humanidade caminhará em direção à justiça, à paz e às virtudes morais e espirituais.
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Por que Deus criou o universo? Uma reflexão a partir do Sermão de Fadak
Se Deus não precisa de Sua criação, por que criou o universo? E qual é o propósito da existência humana em meio à imensidão da criação? A Hazrat Fatima al-Zahra (a.s.), no Sermão de Fadak, apresenta uma profunda resposta a essas questões, explicando a origem da criação, a manifestação da sabedoria e do poder divinos e o caminho que conduz o ser humano à obediência, à adoração e à proximidade de Deus.
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O bem e o melhor para o ser humano na fé e na servidão a Deus; aquilo que o Alcorão considera melhor para a felicidade espiritual
O Alcorão Sagrado não busca o bem e a realização do ser humano apenas em seus comportamentos individuais e sociais. Ele considera que a raiz da verdadeira felicidade está na correção das crenças e na relação do ser humano com Deus: desde o monoteísmo e a aceitação da profecia até a fidelidade à aliança divina, a obediência aos mandamentos de Deus, a adoração e a piedade. Nessa perspectiva, a fé e a servidão a Deus não são apenas uma obrigação, mas o caminho para o verdadeiro bem e a verdadeira realização do ser humano.
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A bondade e a misericórdia do Profeta Muhammad (s.a.w.): o segredo da expansão do Islã
O Alcorão Sagrado exalta o Profeta da Misericórdia por suas mais elevadas virtudes morais e afirma: «E, por certo, tu possuis um caráter grandioso» (1). Esse caráter sublime foi um dos segredos da permanência da mensagem islâmica e um fator decisivo para conquistar os corações e levar grandes grupos de pessoas em todo o mundo a abraçar o Islã. A conduta nobre do Mensageiro de Deus (s.a.w.) com opositores, prisioneiros, crianças e até mesmo com seus inimigos mais ferrenhos mostrou que a misericórdia e a tolerância são os maiores conquistadores dos corações
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O bem e o melhor para o ser humano na vida social; recomendações do Alcorão para construir uma sociedade saudável
O Alcorão Sagrado não considera o bem e o melhor para o ser humano apenas na adoração e na transformação da vida individual. Ele também apresenta orientações para as relações sociais e o respeito aos direitos mútuos entre as pessoas e a sociedade. Respeitar os direitos econômicos, preservar a privacidade, tratar o devedor com tolerância, lutar pela defesa dos oprimidos, defender-se diante do inimigo e priorizar a lembrança de Deus em relação ao comércio são alguns desses ensinamentos. Eles mostram que, segundo o Alcorão, o bem-estar humano também depende de uma conduta responsável e do respeito aos direitos dos outros na sociedade.
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Título: O bem e o melhor para o ser humano na vida individual; o que o Alcorão considera melhor para a felicidade humana
O Alcorão não se limita a apresentar mandamentos e proibições, mas em diversas passagens fala explicitamente sobre o que é «bem» e o que é melhor para o ser humano. Isso inclui o arrependimento e o retorno do pecado, a paciência, o jejum, a caridade feita em segredo e a perseverança diante das acusações. São práticas que podem parecer difíceis à primeira vista, mas que o Alcorão apresenta como melhores para o crescimento espiritual e a felicidade do ser humano.