Islã
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A Missão de Mensageiros: Os Soldados Zaynabi do Novo Século
A guerra suave é a batalha pela “posse do significado”. Nessa arena, os jovens não são meros espectadores passivos, mas comandantes de pensamento lúcido que, com as armas da análise e da fé, podem romper os impasses midiáticos e traçar horizontes de esperança.
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Quinze Minutos Dourados: O Segredo de uma Vida Bem-Sucedida
Sempre existem grandes tarefas que, por sua grandiosidade, adiamos o início. Mas e se dedicássemos cada quinze minutos dourados a um “pedacinho” dessas tarefas? Organizar uma prateleira de livros, responder a dois e-mails importantes, arrumar uma gaveta bagunçada, anotar uma ideia no caderno, alongar os músculos do pescoço e das costas, ou simplesmente arrumar a mesa do almoço. Esses pequenos atos se acumulam ao longo do dia e, no final da semana, você se depara com uma casa mais organizada, uma mente mais clara e uma produtividade muito maior.
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Taqwa Digital: A Arte de Pausar Antes de Clicar
Em uma era em que a velocidade da transmissão de mensagens ultrapassa a velocidade do pensamento, cada usuário do espaço virtual é, por si só, um “meio de comunicação”. Um meio no qual um deslize dos dedos pode destruir a reputação de alguém ou mergulhar toda uma sociedade no caos.
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Não importa como você se comporte, será criticado; então, o que fazer?
Corte sua esperança na aprovação das pessoas e busque a satisfação de Deus; pois isso é fácil e contém a felicidade tanto do mundo como do outro.
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Mesas Marcadas pela Guerra e o Deus Provedor de Sustento
Muitos acreditam que as chamas da guerra são as primeiras a cortar a raiz do sustento e do meio de vida. No entanto, um olhar profundo sobre os ensinamentos revelados mostra que a guerra não é o fim do sustento, mas uma prova para mudar seus canais. Neste texto, examinamos a relação entre as ansiedades econômicas em tempos de conflito e as promessas imutáveis de Deus.
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Como as mídias inimigas invertem a realidade?
As mídias inimigas atuam diretamente nas redes sociais estrangeiras (Instagram, Twitter, Telegram e, em alguns casos, até por meio de VPNs). Porém, o que é mais perigoso é a infiltração em plataformas internas ou a criação de canais e grupos que parecem locais. Elas criam contas falsas com nomes e fotos iranianos, entram em grupos de adolescentes e, usando a tática da “identificação emocional”, roubam a mente deles.
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Confronto com a distorção da lógica corânica: Esperança ou autodeificação?
Enquanto o Líder da Revolução sempre enfatizou a “criação de esperança real” como uma obrigação nacional e religiosa, a corrente de pensamento hostil inverte esse espírito e o chama de “colocar-se no lugar de Deus”. Mas soprar o espírito de esperança no povo — da forma como o Líder Supremo fazia em todos os encontros com diferentes camadas da sociedade, traçando horizontes luminosos com base nos pontos positivos e nos capitais humanos do país — significa reivindicar invencibilidade inerente? Ou isso é exatamente a “esperança na vitória divina” que o Alcorão considera o lema dos crentes e descreve o desespero como atributo dos incrédulos? Este texto esclarece a fronteira entre a esperança tawhídica (monoteísta) e a autodeificação.
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Construção de Santuários e Douramento em Condições de Crise: Esses Gastos São Racionais?
A construção de santuários e zarihs (tumbas sagradas) é uma forma de expressar amor pela Ahlulbayt (a.s.) e de venerar os símbolos divinos, enquadrando-se no âmbito da religião. Portanto, não se considera uma bid’ah (inovação herética).
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Hajj: Uma obrigação inescapável que garante a sobrevivência da sociedade islâmica
As condições atuais e as complexidades regionais geraram questionamentos sobre a realização dos rituais do Hajj deste ano. No entanto, as análises mostram que esta grande obrigação, considerada como “o pilar da sustentação da Ummah islâmica”, não pode ser interrompida sob nenhuma circunstância. A Casa de Deus é “Balad Amin” (terra segura) e o país anfitrião garante a sua segurança para preservar a sua credibilidade; da mesma forma que os peregrinos iemenitas realizaram os seus rituais em segurança mesmo no auge da guerra. A decisão das altas instituições governamentais, incluindo o Conselho Supremo de Segurança Nacional, também se baseia na continuidade deste caminho, com a preservação total da segurança e da dignidade dos peregrinos.
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Quando o “Não” de Deus é, em si, uma Misericórdia!
A aceitação da prece no sistema divino está condicionada à sabedoria e à capacidade de orientação. A não aceitação de algumas preces não é sinal de imperfeição dos profetas, mas manifestação de sua submissão e conhecimento profundo das leis divinas.
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O Papel Estratégico da Mulher no Jihad da Explicação e na Educação
Hazrat Zaynab possuía três características-chave que, hoje, as mulheres podem fortalecer para derrubar os palácios modernos da opressão (como as mídias mentirosas ocidentais e o imperialismo global).
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Por que o Fideísmo se Espalhou no Cristianismo, mas os Muçulmanos o Rejeitam?
O fideísmo é a priorização da fé sobre a razão no conhecimento religioso, algo comum na tradição cristã e rejeitado no Islã.
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Os danos dos relacionamentos não regulamentados entre rapazes e moças
A realidade é que o instinto sexual é um dos instintos mais fortes no ser humano, moldando muitos de seus comportamentos; portanto, ele deve ter limites claros e definidos.
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Arrumar-se (apresentar-se bem), o estilo de vida do crente
O Islã deseja que seus seguidores vivam com dignidade entre as pessoas; por isso, enfatiza fortemente vestir roupas bonitas, usar o miswak (escova de dentes natural), estar perfumado e, em resumo, arrumar-se.
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Se tudo está predestinado, por que devemos suplicar (fazer du'a)?
Quando acreditamos que o destino dos seres humanos está determinado na ciência e no decreto divino (qadha' e qadar), qual é a utilidade de suplicar? Em primeiro lugar: o significado de qadha' e qadar é que todo fenômeno e todo acontecimento no universo tem uma "causa" e uma "medida" específica, e nada surge sem causa e sem medida determinada. Com base nisso, o destino do ser humano também se realiza com base em meios e causas – e "suplicar" é um desses meios. Em outras palavras, a súplica é uma das causas deste mundo que influencia o destino do ser humano.
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A história de que “tudo é bem” no universo
Somente os dualistas acreditam em dois criadores: um do bem e outro do mal. Mas os monoteístas (unitários) creem que: neste mundo, não existe nenhum ser chamado “mal”. Tudo o que existe é bem. Aquilo que chamamos de mal, ou é inexistência (não-ser) em si mesmo, ou acarreta inexistência. Ignorância, pobreza, morte, doença etc. são, por sua natureza, inexistência, sendo respectivamente a não-existência do conhecimento, a não-existência da riqueza, a não-existência da vida, e assim por diante. E animais peçonhentos, feras, micróbios e pragas acarretam aniquilação e inexistência.
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Os dias são testemunhas de suas ações; não sejam negligentes!
Cada dia que passa sobre o ser humano, por ordem divina, é uma testemunha eloquente e lhe diz: “Eu sou um dia novo; em mim, profira palavras de bem e pratique boas ações, para que, na Ressurreição, eu testemunhe a seu favor.” O Sagrado Alcorão confirma o testemunho dos membros do corpo e até mesmo da terra na Ressurreição; portanto, o testemunho do “dia” também é uma verdade corânica e está de acordo com o preciso sistema divino. A negligência em relação a esses observadores conscientes é a raiz do pecado e do arrependimento eterno; pois cada dia, após seu término, nunca mais retorna, e seu testemunho ou é motivo de orgulho ou de remorso.
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Administrador do Astan Quds Razavi: o líder mártir foi o arquiteto da transformação corânica no país | O Santuário Razavi deve ser modelo das atividad
O administrador do Astan Quds Razavi afirmou que o líder mártir da Revolução foi responsável por lançar as bases de uma transformação fundamental na formação de memorizadores e recitadores do Alcorão, bem como na expansão dos ensinamentos corânicos no país após a Revolução Islâmica.
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Os métodos de luta e resistência na Du‘a 14 do Sahifa Sajjadiyya
A Du‘a nº 14 do Sahifa Sajjadiyya, conhecida na sociedade como “a súplica da vitória” após as ênfases do líder combatente e mártir Ali Khamenei, revela caminhos de luta (mujāhada) e resistência. A releitura constante dessa súplica, em qualquer época, pode ensinar aos combatentes e à sociedade quais são os deveres humanos em diferentes circunstâncias.
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Quando o carrinho de compras muda as equações da guerra
O estilo de vida já não é apenas uma escolha pessoal; transformou-se em um campo de batalha silencioso que define o destino das nações. Das mesas do dia a dia aos padrões de consumo, cada escolha pode ser parte do “poder de dissuasão” ou um elo na cadeia de dependência.
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O poder da análise política: a chave para atravessar os momentos críticos da história
O líder mártir acreditava que, se as pessoas em cada período histórico tivessem a capacidade de uma análise correta, poderiam por si mesmas “encontrar o caminho certo” e “eliminar os problemas”. Isso significa que uma sociedade composta por pessoas com capacidade de análise política não precisa esperar por um salvador externo; ela própria, como um observador consciente, impede a infiltração do inimigo e a corrupção do poder. Em contrapartida, a ausência dessa capacidade abre espaço para que o inimigo atue livremente.
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Uma nobre descendente da luz: “a irmã que tornou o Paraíso obrigatório para seus seguidores”
A Senhora Fátima Masumeh (a.s.) é uma dama nobre da linhagem da luz, cuja grandeza espiritual foi reconhecida pelos Imames da Ahl al-Bayt. O Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.) afirmou que a sua visita torna o Paraíso obrigatório, enquanto o Imam Ali al-Rida (a.s.) equiparou a visita a ela à sua própria. Com sua ampla intercessão por todos os xiitas e sua elevada posição científica e espiritual, ela transformou a cidade de Qom em um verdadeiro santuário da Ahl al-Bayt. Quem a visita com معرفت (conhecimento consciente), envia saudações e reconhece sua مقام, recebe diretamente o benefício da intercessão e do Paraíso.
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O Caminho da Vitória sobre o “Inimigo” nas Palavras do Comandante dos Fiéis (a.s.)
O Imam Ali ibn Abi Talib, ao explicar o caminho da vitória sobre o inimigo, afirma: “Aquele que afiar a ponta da lança da ira por Deus terá força para eliminar os líderes do falso”. Na realidade, o Imam (a.s.) considera que o caminho para alcançar a vitória reside em três elementos: preparação completa, sinceridade de intenção e confiança em Deus.
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Do Faraó do Egito ao “Faraó” da América: a Lei da Resistência do Povo de Moisés
O Alcorão apresenta características específicas para o “povo de Moisés” (os Filhos de Israel crentes), que se tornaram a base para sua libertação das garras do Faraó. Esses indicadores podem ser comparados com as descrições do líder da Revolução Islâmica sobre o “povo do Irã”.
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Qual é a regra das armas de destruição em massa no Islã?
Será que o Alcorão, ao dizer: “E preparai contra eles tudo o que puderdes de força”, concede uma autorização absoluta para a produção de qualquer tipo de arma, inclusive armas de destruição em massa? O Imam Ja‘far al-Sadiq (a.s.) narra do Profeta Muhammad (s.a.w.) que: “Os muçulmanos não têm permissão para espalhar veneno nas terras dos inimigos.” É evidente que uma religião com tais princípios não pode Permissão o uso de armas que atingem indiscriminadamente civis e militares e destroem o meio ambiente. A proibição da agressão nos versículos do Alcorão, as regras claras de guerra e os limites impostos ao uso da força nas tradições islâmicas demonstram a oposição do Islã às armas de destruição em massa.
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O segredo da dignidade que faz o inimigo recuar: a unidade na visão do Nahj al-Balāgha
O Comandante dos Fiéis, Imam Ali (a.s.), na خطبة 192 do Nahj al-Balāgha, afirma que sempre que os povos do passado abandonaram a divisão e se empenharam na unidade, foram agraciados com dignidade, afastamento dos inimigos, expansão do bem-estar e preservação da honra e da nobreza. O Alcorão também enfatiza que a disputa e a divisão levam à fraqueza e à perda de poder (Al-Anfāl, 46), e as narrativas dos Ahl al-Bayt (a.s.) apresentam a “adesão à comunidade” como condição essencial para a continuidade e estabilidade social. Assim, a responsabilidade contemporânea é refletir sobre essa diferença histórica e aderir ao que gera dignidade: a unidade centrada na verdade.
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As lições éticas do Imam al-Sadiq (a.s.) para o mercado
Aquilo que herdamos do legado intelectual do Imam Ja‘far al-Sadiq (a.s.) sobre economia e comércio não é apenas um conjunto de Conselhos éticos. Trata-se de um sistema integrado que ativa simultaneamente dois níveis complementares: por um lado, Regras jurídicas e normativas precisas para as transações; por outro, valores éticos que vão além das exigências legais mínimas, promovendo eficiência econômica, dignidade humana e justiça nas atividades comerciais.
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A posição científica e moral do Imam al-Sadiq (a.s.)
O Imam al-Sadiq (a.s.), no campo da transmissão de hadith, da jurisprudência e da emissão de pareceres jurídicos, ocupou uma posição elevada também entre os estudiosos sunitas, a ponto de ser considerado mestre de figuras como Abu Hanifa e Malik ibn Anas. O grande número de estudantes que frequentavam suas aulas e transmitiam seus ensinamentos demonstra a عظمت de sua personalidade científica. Relata-se que, na mesquita de Kufa, novecentas pessoas narravam hadiths dele. Apesar de muitos transmissores, durante o período dos omíadas, não terem coragem de narrar seus ensinamentos, os estudiosos islâmicos não transmitiram de ninguém tantos hadiths quanto dele.
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7 Mandamentos do Líder Supremo da Revolução Islâmica do Irã para Construir um Irã Forte
Para construir um “Irã forte”, seguindo as orientações do Líder Supremo da Revolução Islâmica, é necessário, ao mesmo tempo, manter a presença nas ruas junto com a negociação, o esforço científico e econômico contínuo, e a vigilância do coração e da mente diante dos ataques midiáticos, de modo a frustrar o inimigo. A unidade nacional, a benevolência e a solidariedade (muwasat), juntamente com a firme determinação de reivindicar justiça pelos mártires, constituem o capital social deste caminho. Por fim, por meio da consideração mútua diante das dificuldades naturais e da transformação da paciência em cultura, um Irã invencível poderá tornar-se um modelo para o mundo.
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Iniciativa consciente; uma leitura de “ir à frente do Imam” no pensamento de defesa da liderança
Se a sociedade estiver sempre esperando uma ordem explícita do Imam, o inimigo pode aproveitar a oportunidade para desferir um golpe fatal antes mesmo que os soldados recebam a orientação necessária. O Imam Sadiq (a.s.) diz: “Aquele que não se adianta ao seu irmão crente nas boas ações, o trai.” (interpretação presente em fontes jurisprudenciais). Assim, o atraso na ação oportuna pode, em certos casos, constituir uma forma de falha ou negligência.