Alcorão
-
Da infância católica ao Xiismo: a trajetória de uma brasileira em busca de Deus, da beleza e da dignidade
Belo Horizonte — A história de Karina Ameenah com o Islã começou muito antes de sua conversão. Ainda criança, uma pergunta despertada pela leitura de O Homem que Calculava, de Malba Tahan, a levou a investigar quem era Allah e a conhecer o Alcorão. Décadas depois, após experiências com o catolicismo, o Sunismo e diferentes comunidades culturais e religiosas, Karina encontrou no Xiismo uma expressão da fé que, segundo ela, unia espiritualidade, arte, história e defesa da dignidade humana.
-
A mensagem da Revolução Islâmica para a humanidade
A mensagem da Revolução Islâmica, segundo o Líder da Revolução, é a mensagem de libertação de um modelo de vida que afastou a humanidade da espiritualidade e não conseguiu garantir justiça, bem-estar, segurança e estabilidade familiar. O Islã apresenta, em seu lugar, um caminho de equilíbrio entre as necessidades materiais e espirituais do ser humano, tendo a justiça como um de seus princípios fundamentais.
-
Estratégias corânicas para enfrentar a guerra cognitiva
Na guerra cognitiva, o objetivo não é apenas disseminar informações falsas, mas também enfraquecer a capacidade da sociedade de discernir, analisar e tomar decisões. Ao enfatizar a verificação das informações, a rejeição de seguir aquilo que não se conhece, o enfrentamento da disseminação do medo, a paciência e a perseverança, a escolha consciente e a preservação da unidade, o Alcorão oferece um conjunto de princípios para proteger a capacidade de análise e a coesão social diante de campanhas de distorção e manipulação.
-
A paz do Imam Hassan (a.s.): uma decisão racional para preservar o Islã
A paz firmada pelo Imam Hassan al-Mujtaba (a.s.) foi uma decisão baseada nas condições reais da sociedade islâmica, guiada pela lógica e pela preservação do interesse maior da comunidade muçulmana, e contou com o apoio do Imam Hussein (a.s.). Diante da impossibilidade de alcançar uma vitória militar, a continuidade da guerra poderia levar à destruição da família do Profeta (a.s.) e à perda das capacidades e dos fundamentos do verdadeiro Islã.
-
O dever dos muçulmanos de apoiar os oprimidos
E o que vos impede de combater pela causa de Deus e pelos homens, mulheres e crianças oprimidos que dizem: ‘Senhor nosso, tira-nos desta cidade cujos habitantes são opressores e concede-nos, da Tua parte, um protetor e concede-nos, da Tua parte, um auxiliar’?” (Surata An-Nissá/4:75)
-
A dificuldade de manter a piedade no mundo dos negócios
O Imam Ja'far al-Sadiq (a.s.), ao explicar a dificuldade da luta no campo econômico e da busca por uma renda lícita, afirmou: “É mais fácil lutar com a espada do que obter uma riqueza lícita.” Essa tradição destaca a importância de evitar rendimentos ilícitos e a dificuldade de preservar a piedade e a integridade no mundo dos negócios.
-
Revelações sobre a trajetória acadêmica e executiva do Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei — Parte 3: domínio das questões militares e de segurança
As atividades de inteligência, segurança e defesa têm, por sua própria natureza, um caráter reservado e sigiloso. No entanto, a dimensão e a importância das responsabilidades assumidas por determinadas pessoas podem fazer com que alguns aspectos dessas atividades, normalmente mantidos em segredo, venham a público. Esse também é um aspecto mencionado na trajetória do Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei.
-
Quando o Alcorão fala de céus além do universo visível
conhecemos pode ser apenas uma pequena parte de uma realidade muito maior. O Alcorão Sagrado fala dos “sete céus” e afirma que Deus criou os sete céus e, da terra, criou outros semelhantes a eles. Mas o que significa exatamente essa expressão? Estariam além do universo observável outras dimensões da criação que a humanidade ainda não conseguiu alcançar?
-
O bem e o melhor para o ser humano na fé e na servidão a Deus; aquilo que o Alcorão considera melhor para a felicidade espiritual
O Alcorão Sagrado não busca o bem e a realização do ser humano apenas em seus comportamentos individuais e sociais. Ele considera que a raiz da verdadeira felicidade está na correção das crenças e na relação do ser humano com Deus: desde o monoteísmo e a aceitação da profecia até a fidelidade à aliança divina, a obediência aos mandamentos de Deus, a adoração e a piedade. Nessa perspectiva, a fé e a servidão a Deus não são apenas uma obrigação, mas o caminho para o verdadeiro bem e a verdadeira realização do ser humano.
-
Título: O bem e o melhor para o ser humano na vida individual; o que o Alcorão considera melhor para a felicidade humana
O Alcorão não se limita a apresentar mandamentos e proibições, mas em diversas passagens fala explicitamente sobre o que é «bem» e o que é melhor para o ser humano. Isso inclui o arrependimento e o retorno do pecado, a paciência, o jejum, a caridade feita em segredo e a perseverança diante das acusações. São práticas que podem parecer difíceis à primeira vista, mas que o Alcorão apresenta como melhores para o crescimento espiritual e a felicidade do ser humano.
-
A ética abrangente na conduta dos Imames Infalíveis (a.s)
A conduta do Profeta Muhammad (a.s) e da Ahl al-Bayt (a.s) apresenta a ética islâmica em uma perspectiva que vai muito além da adoração. Ela abrange até mesmo as relações com os seres vivos nos menores detalhes, desde considerar as necessidades de uma criança durante a oração até enfatizar a importância de garantir as necessidades dos animais. Esses ensinamentos demonstram a profunda ligação entre a adoração, a responsabilidade ética e o respeito pelos direitos de todas as criaturas.
-
Convencer cria atração
Nos primeiros anos após a vitória da Revolução Islâmica, o ambiente universitário era marcado por intensos conflitos políticos. Segundo o Líder da Revolução Islâmica, aqueles que buscavam impor suas ideias pela força e pela violência não representavam o verdadeiro método islâmico.
-
Líder da Revolução: É proibida qualquer ação que prejudique a coesão social
Em uma mensagem por ocasião da Semana do Governo, o Líder da Revolução Islâmica, aiatolá Seyyed Mojtaba Hosseini Khamenei, destacou a necessidade de preservar a unidade e a coesão social, afirmando de forma categórica: “Qualquer ato que prejudique a coesão social é proibido.
-
Não pense que você sabe tudo!
Aumente seu conhecimento religioso, científico e político; leia livros e busque aprender com grandes estudiosos das áreas religiosa e acadêmica.
-
Hijab: a bandeira da unidade da Ummah islâmica
A Semana da Unidade Islâmica (12 a 17 de Rabi al-Awwal) é uma oportunidade para destacar os pontos em comum entre as diferentes escolas islâmicas. O hijab, como um ensinamento corânico compartilhado, pode ser considerado um símbolo expressivo dessa unidade. Três versículos fundamentais do Alcorão (An-Nur 31, Al-Ahzab 59 e An-Nur 30) enfatizam a importância da modéstia e da cobertura para mulheres e homens crentes, e os estudiosos xiitas e sunitas concordam quanto ao princípio de sua obrigatoriedade. Durante a Semana da Unidade, os meios de comunicação podem apresentar narrativas positivas sobre o hijab como uma “proteção da identidade islâmica”, destacando seu papel na dignidade e na solidariedade da Ummah islâmica.
-
Sinais de uma sociedade decadente
O Profeta Muhammad (s.a.a.s.) foi enviado em uma das piores sociedades: uma sociedade na qual os ignorantes eram honrados, enquanto os sábios não eram respeitados e, por assim dizer, tinham suas bocas amordaçadas.
-
As Senhoras que Assumiram o Leme da Orientação; Uma Narrativa Inesquecível sobre o Protagonismo Feminino no Islã Primitivo
Ao folhear as páginas da história, deparamo-nos, por vezes, com narrativas que parecem ter sido deliberadamente ocultadas — relatos que rompem subitamente o molde que guardamos do passado. Durante séculos, difundiu-se a crença de que as mulheres, na sociedade islâmica, sempre ocuparam espaços marginais e secundários. Contudo, a realidade histórica nos oferece um quadro radicalmente diverso: o de mulheres que não apenas nos bastidores, mas no centro da história, assumiram o leme da comunidade nos momentos mais críticos. Mulheres cuja ciência, perspicácia, piedade e coragem as capacitaram a, na ausência do Imam Inerrante, assumir sua sucessão e até mesmo apresentar o próximo Imam à comunidade.
-
Rabi' al-Awwal: A Ponte Entre o Luto e a Celebração na Cultura Iraniana
O mês de Rabi' al-Awwal ocupa um lugar singular no imaginário cultural do Irã. Situado entre a solenidade de Muharram e Safar e a alegria do nascimento do Profeta Muhammad (que a paz e as bênçãos estejam sobre ele), este mês funciona como uma verdadeira ponte entre o luto e a festa. Seus rituais — que incluem jejum, banho ritual, vestimentas novas e o preparo do doce tradicional "Changal" — revelam a profunda simbiose entre a fé religiosa e as tradições populares. O nono dia, em particular, é um dos mais emblemáticos e controversos do calendário xiita, marcado pelo início do Imamato do Imam Mahdi (que Deus apresse sua chegada) e por antigas disputas em torno da cerimônia conhecida como "Omar-koshan". Neste artigo, revisitamos as camadas históricas, rituais e simbólicas deste mês, compreendendo-o como parte viva do patrimônio imaterial iraniano-islâmico.
-
O Alcorão; a herança revelada preservada e o orgulho dos muçulmanos
Uma das grandes honras dos muçulmanos é possuir o Alcorão como um Livro de revelação divina preservado contra alterações; um texto que permanece nas mãos dos muçulmanos desde a época do Profeta Muhammad (S.A.A.S.) até os dias atuais. Em contraste, os quatro Evangelhos existentes são relatos sobre a vida e os ensinamentos de Jesus Cristo (A.S.), redigidos posteriormente, e os próprios cristãos não os consideram literalmente como o texto revelado a Jesus (A.S.).
-
Apoiar a Resistência; um dever religioso e uma estratégia de segurança
No Islã, apoiar os oprimidos tem suas raízes nos ensinamentos do Alcorão e na tradição da AhlulBayt (A.S.). Essa abordagem considera a defesa dos povos oprimidos e o enfrentamento da injustiça não apenas um dever moral e religioso, mas também parte de uma estratégia para preservar a segurança e fortalecer a dissuasão diante de ameaças transfronteiriças.
-
Servir às pessoas é fonte de segurança no Dia do Juízo
Na cultura islâmica, servir às pessoas e esforçar-se para atender às suas necessidades não é apenas uma conduta socialmente louvável, mas também uma forma valiosa de adoração, com recompensa na Outra Vida. Em uma narração do Imam Hassan al-Askari (A.S.), aqueles que se dedicam a servir as pessoas são descritos como “os que estarão seguros no Dia do Juízo”, e alegrar o coração de um crente é considerado uma causa de alegria e alívio concedidos por Deus no Dia do Juízo.
-
A “satisfação e contentamento” diante das virtudes morais
A “satisfação e contentamento” diante da vontade e da determinação divina estão entre as virtudes morais. Deus, que sempre encobre as falhas de Seus servos, não deseja que eles se queixem d’Ele diante dos outros nas dificuldades. Pelo contrário, deseja que, em particular, O invoquem e Lhe confidenciem seus anseios por meio da súplica e da humildade.
-
Mal que Prejudica a Relação do Ser Humano com Deus
Mal que Prejudica a Relação do Ser Humano com Deus
-
Os “direitos humanos” no Islã: o verdadeiro conceito de direitos humanos
O sistema de direitos humanos no Islã possui diversas vantagens: sua superioridade quanto aos fundamentos internos, causais e teleológicos; sua capacidade de fundamentação racional; a existência de mecanismos que garantem sua aplicação; sua coerência e harmonia; e, por fim, o fato de oferecer critérios para distinguir o correto do incorreto e o direito do falso.
-
O respeito aos direitos do «vizinho» segundo o Islã
Um dos direitos que o ser humano deve respeitar é o direito do vizinho, algo que recebe grande ênfase tanto no Alcorão quanto nas narrativas islâmicas. O Profeta Muhammad (S.A.A.S.) afirmou: «Gabriel recomendou-me tanto que eu respeitasse os direitos do vizinho que cheguei a pensar que ele faria dele um dos herdeiros». Assim, o verdadeiro crente não causa sofrimento ao seu vizinho, permanece ao seu lado nas alegrias e tristezas da vida, procura ajudá-lo a superar suas dificuldades e, quando é incomodado por ele, demonstra paciência, pois sabe que essa paciência contribui para afastar a ira divina.
-
O extraordinário avanço do Islã sob a perspectiva dos estudiosos
Com o surgimento do Islã no Hijaz e a formação de pessoas eruditas na escola dos Imaculados (A.S.), a luz do Islã ultrapassou as fronteiras geográficas e contribuiu para o surgimento da civilização islâmica. O mártir Motahari escreveu: «É surpreendente que a raça árabe, que durante séculos permaneceu aparentemente adormecida, tenha despertado subitamente e, com uma força extraordinária, abalado e transformado o mundo...». Já Gustave Le Bon afirmou: «Alguns [europeus] têm vergonha de admitir que um povo considerado infiel [os muçulmanos] contribuiu para tirar a Europa cristã do estado de barbárie e ignorância». E há outros testemunhos semelhantes.
-
Como uma montanha diante da tempestade; um olhar sobre a firmeza do crente nos ensinamentos do Islã
O verdadeiro crente é como uma montanha firme, que encontra tranquilidade no coração por meio da lembrança de Deus e não se deixa abalar pelas tempestades das dificuldades. A paciência e a confiança em Deus são duas forças que sustentam essa firmeza, dando ao crente capacidade para perseverar diante das adversidades e jamais abandonar o caminho da verdade. A promessa divina expressa no versículo conhecido como “negação da autoridade” também reforça essa realidade: os incrédulos jamais terão domínio definitivo sobre os crentes. Assim, a firmeza do crente não é uma esperança ilusória, mas uma realidade profundamente enraizada nos ensinamentos do Alcorão e do Islã.۷
-
O Elogio do Alcorão à Preocupação do Profeta Ibrahim (A.S.) com a Orientação
O Elogio do Alcorão à Preocupação do Profeta Ibrahim (A.S.) com a Orientação
-
O Testemunho do Peregrino sobre Algumas Verdades Fundamentais – Parte 11
O Testemunho do Peregrino sobre Algumas Verdades Fundamentais – Parte 11
-
A Declaração de Lealdade e o Testemunho da Pureza da Família do Imam Husayn (A.S.) – Parte 10
A Declaração de Lealdade e o Testemunho da Pureza da Família do Imam Husayn (A.S.) – Parte 10